Neuropraxia
O nervo está inteiro, mas "desligado" temporariamente pelo trauma. Costuma melhorar sozinho em dias a poucas semanas.
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Dr. Thomas Marcolini é neurocirurgião especialista e referência nacional na atuação como médico para lesões de nervos periféricos. Mais do que utilizar tecnologia de ponta para restaurar movimentos, nossa prioridade absoluta é cuidar de pessoas.
Neurocirurgião com dedicação exclusiva a nervos periféricos e Fellowship em Cirurgia de Nervos Periféricos pela Universidade de Buenos Aires — com mais de 3.000 cirurgias realizadas, é hoje Referência nacional na reconstrução e reparo cirúrgico de lesões traumáticas de nervos periféricos.
À frente de um dos maiores serviços do país, realiza mensalmente entre 15 e 30 cirurgias de alta complexidade nas cidades de Curitiba e São Paulo, recebendo pacientes de todo o Brasil e do exterior que buscam recuperar movimento, força e sensibilidade após cortes, fraturas, acidentes ou traumas que lesionaram nervos do braço, da mão, da perna ou face.
CRM 33811 - RQE 26510

Cortes, fraturas, luxações e acidentes podem machucar os nervos do braço, da mão, da perna e da face. O resultado pode ser fraqueza, perda de movimento, dormência e dor em choque ou queimação.
O tempo importa: algumas lesões precisam de cirurgia logo; outras devem ser acompanhadas com exames antes de decidir. O Dr. Thomas Ribeiro Marcolini, neurocirurgião que atua em nervos periféricos, avalia cada caso e indica o melhor caminho.
Agendar consulta pelo WhatsAppOs nervos periféricos são como "cabos elétricos" que levam as ordens do cérebro e da medula até os músculos e trazem de volta a sensibilidade da pele. Quando um trauma estica, esmaga ou corta esse cabo, o sinal deixa de passar.

A gravidade depende de quanto o nervo foi danificado. De forma simples, as lesões são divididas em três grupos:
O nervo está inteiro, mas "desligado" temporariamente pelo trauma. Costuma melhorar sozinho em dias a poucas semanas.
As fibras por dentro do nervo se rompem, mas a "capa" do nervo fica preservada. Pode recuperar, porém leva meses e precisa ser acompanhada com exames.
O nervo é cortado ou fica muito danificado. Em geral não se recupera sozinho e precisa de cirurgia para reconstrução.
Os sintomas aparecem na região que o nervo atende e podem surgir logo após o trauma ou piorar com o tempo:
Dificuldade para levantar o braço, dobrar o cotovelo, abrir a mão ("mão caída") ou levantar o pé ("pé caído").
Perda de sensibilidade em parte da mão, dos dedos, da perna, do pé ou da língua.
Dor em choque, queimação ou pontada, às vezes ao tocar a cicatriz (sinal de neuroma).
Atrofia: o músculo sem nervo perde volume com as semanas.
Dificuldade de fechar o olho, sorrir ou mexer a boca, quando o nervo facial é atingido.
Dificuldade para pegar objetos, escrever, caminhar ou trabalhar.
Nas lesões de nervo, esperar demais pode reduzir as opções de tratamento. Procure avaliação especializada o quanto antes.
O diagnóstico combina uma consulta detalhada com exames que mostram onde está a lesão e qual a sua gravidade. Com esses dados é possível decidir se é melhor acompanhar ou operar.

Avaliação de força, sensibilidade e reflexos, músculo a músculo, para localizar o nervo atingido.
Mede a condução elétrica do nervo e a resposta do músculo. Repetida ao longo do tempo, mostra se há sinais de recuperação.
Mostra o nervo em tempo real: se está inteiro, cortado, preso em cicatriz ou com neuroma.
Ressonância com técnica específica para nervos e plexos, útil em lesões profundas como as do plexo braquial.

O médico para lesão de plexo braquial traumática é o Dr. Thomas Marcolini. A lesão de plexo braquial na grande maioria dos casos ocorre devido a acidentes automotivos. A lesão é debilitante e pode levar a déficit motor, sensitivo, dor e limitação funcional.

O Dr. Thomas Marcolini é o médico que trata da lesão do plexo braquial obstétrica. A lesão neonatal do plexo braquial (LNPB) é uma lesão nervosa periférica. Essa lesão ocorre devido a uma tração/compressão no plexo braquial durante o processo de nascimento.

O médico que trata paralisia facial é o Dr. Thomas Marcolini, neurocirurgião especialista com ênfase em nervos periféricos e plexo braquial. A paralisia facial é um distúrbio que afeta total ou parcialmente os músculos da face. A paralisia pode ser central ou periférica.

O médico que trata dor neuropática após lesão é o Dr. Thomas Marcolini, neurocirurgião especialista com foco em nervos periféricos e plexo braquial. A dor residual pode ser causada por um neuroma, um crescimento desorganizado do nervo no local da lesão. Causa choque e queimação, principalmente ao tocar a região.

O médico que trata lesões do nervo periférico é o Dr. Thomas Marcolini, neurocirurgião especialista com ênfase em nervos periféricos. As lesões dos nervos periféricos podem resultar em problemas como alterações sensoriais, dor, paresias e paralisias.

A lesão do nervo ciático pode ser parcial ou total e costuma ocorrer após fraturas e cirurgias do quadril, ferimentos ou injeções na região do glúteo. Quando atinge a parte fibular do nervo, pode causar o "pé caído". O médico que trata a lesão do nervo ciático é o Dr. Thomas Marcolini.

A lesão do nervo radial, conhecida como "mão caída", pode ocorrer após fraturas, cirurgias ou traumas no braço e no punho. O nervo radial é responsável por controlar os músculos que estendem o punho, os dedos e quando afetado, pode gerar fraqueza muscular e perda de sensibilidade na mão. O médico que trata a "mão caída" é o Dr. Thomas Marcolini.

A lesão do nervo lingual pode ocorrer após procedimentos odontológicos. O nervo lingual é responsável por controlar a sensibilidade da língua, e quando afetado, pode gerar parestesia lingual, ou seja, uma sensação de formigamento, dormência e queimação na língua. O médico que trata a parestesia lingual é o Dr. Thomas Marcolini.
Nem toda lesão de nervo precisa de cirurgia. A decisão depende do tipo de trauma, dos exames e da evolução ao longo das semanas.
Por que o tempo importa? Depois de um tempo sem receber o nervo, o músculo perde a capacidade de voltar a funcionar. Por isso, avaliar cedo amplia as opções de tratamento.
A cirurgia é feita com anestesia e ampliação por microscópio. A técnica é escolhida durante o planejamento e confirmada no centro cirúrgico, conforme o estado do nervo:
Libera o nervo de cicatrizes e aderências que o estão apertando.
Une as pontas do nervo cortado com fios mais finos que um fio de cabelo.
Quando falta um pedaço, usa-se um nervo de menor importância do próprio paciente como "ponte".
Um nervo saudável, próximo ao músculo, é redirecionado para fazê-lo voltar a funcionar.
Plexo braquialUm músculo que funciona assume o movimento perdido, útil em lesões antigas.
Saiba maisRetira ou reposiciona o neuroma doloroso para aliviar a dor em choque.
Saiba maisLesões traumáticas de nervo exigem precisão em cada etapa. Por isso, o atendimento reúne exames diferenciados, cirurgia com tecnologia de apoio e acompanhamento próximo depois da operação.
Agendar consulta pelo WhatsAppO nervo cresce devagar, cerca de 1 milímetro por dia. Por isso, a recuperação é medida em meses e começa pelos músculos mais próximos da lesão.

O resultado varia conforme a idade, o nervo atingido, a distância até o músculo e o tempo desde o trauma. Nenhuma cirurgia de nervo tem resultado garantido; o objetivo é dar ao nervo a melhor chance de recuperação.
O Dr. Thomas Marcolini tem como principal objetivo oferecer atendimento humanizado e especializado para o tratamento de lesões que acometem os nervos periféricos e plexo braquial. Focado na restauração da saúde e do bem-estar do paciente, une tratamento de excelência com tecnologia de ponta para a resolução dos problemas de saúde do paciente.
Minha missão é oferecer o melhor cuidado possível, aliando excelência técnica e acolhimento. Dessa forma, busco garantir a satisfação e o bem-estar de cada paciente que confia a mim a responsabilidade de cuidar de sua saúde e qualidade de vida.
Não. Muitas lesões leves melhoram sozinhas em semanas ou meses. A cirurgia é indicada quando o nervo foi cortado ou quando os exames não mostram sinais de recuperação dentro do prazo esperado.
Nos cortes, o reparo costuma ser feito o mais cedo possível. Nos traumas fechados, em geral se acompanha por cerca de 3 meses. Quanto mais tempo o músculo fica sem nervo, menores as chances de ele voltar a funcionar, por isso a avaliação deve ser precoce.
O nervo cresce cerca de 1 mm por dia. A melhora costuma levar meses e, em lesões mais altas, como as do plexo braquial, pode continuar por um a dois anos.
Além do exame físico detalhado, os principais são a eletroneuromiografia (ENMG), o ultrassom de alta resolução dos nervos e a ressonância magnética com neurografia. O médico indica quais são necessários em cada caso.
Não é possível garantir. O objetivo é recuperar o máximo de força, sensibilidade e função possível. O resultado depende do tipo de lesão, da idade, da distância até o músculo e do tempo desde o trauma.
A fisioterapia começa no momento indicado para cada técnica e segue por meses, com exercícios para manter as articulações e treinar os músculos à medida que o nervo cresce. O paciente é acompanhado de perto em todo o processo.
Sim. O Dr. Thomas atende presencialmente em Curitiba e em São Paulo e também por teleconsulta. Veja as orientações para pacientes de outras cidades.
Agende sua avaliação em Curitiba, em São Paulo ou por teleconsulta.
Dr. Thomas Ribeiro Marcolini — neurocirurgião que atua em nervos periféricos. Fellowship em Cirurgia de Nervos Periféricos pela Universidade de Buenos Aires.
CRM/PR 33811 · RQE 26510 · CRM/SP 241641 · RQE 113003 · Atualizado em novembro de 2026.
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