Curitiba · São Paulo · Teleconsulta
Especialista Neurocirurgião para Plexo Braquial
O
Dr. Thomas Marcolini
é neurocirurgião especialista com atuação em lesão do plexo braquial. Mais do que utilizar tecnologia de ponta para diagnósticos e tratamentos precisos, nossa prioridade absoluta é cuidar de pessoas.
CRM/PR 33811 RQE/PR 26510 CRM/SP 241641 RQE/SP 113003
Dr. Thomas Marcolini - Médico especialista para Plexo Braquial
Neurocirurgião com dedicação exclusiva a nervos periféricos e Fellowship em Cirurgia de Nervos Periféricos pela Universidade de Buenos Aires — com mais de 3.000 cirurgias realizadas, é hoje referência nacional na reconstrução cirúrgica do plexo braquial, uma das cirurgias mais complexas da neurocirurgia mundial.
À frente de um dos maiores serviços do país, realiza mensalmente entre 15 a 30 cirurgias de alta complexidade nas cidades de Curitiba e São Paulo, recebendo pacientes de todo o Brasil e do exterior que buscam recuperar o movimento e a função do braço após acidentes, lesões obstétricas ou traumas graves que comprometeram os nervos do ombro e do membro superior.
CRM 33811 - RQE 26510
Plexo Braquial
O plexo braquial é formado pelos nervos que saem do pescoço e vão em direção ao ombro, ao braço e à mão. Eles se originam das raízes nervosas da medula (C5-T1) no pescoço, criando uma rede que se conecta e segue em direção à sua mão. Esses nervos controlam os movimentos de seus dedos, mãos, braços e ombros, permitindo que você levante o braço, digite no teclado ou jogue uma bola.

Atendimento presencial em Curitiba e São Paulo e por teleconsulta para pacientes de outras cidades e do exterior.

O que é lesão do plexo braquial traumática?
A lesão do plexo braquial traumática é o corte, a compressão, a ruptura ou a avulsão dos nervos na saída do pescoço, causados, na grande maioria dos casos, por acidentes de trânsito. Ela ocorre principalmente em paradas bruscas de motocicleta. As lesões traumáticas do plexo braquial são debilitantes e levam à perda de força e de sensibilidade do braço, além de dor muito intensa, causando um grande impacto na sua qualidade de vida.
Tipos de lesões do plexo braquial
As lesões do plexo braquial são categorizadas de acordo com a forma que os nervos são danificados e sua gravidade.
Neuropraxia Do Plexo Braquial (Estiramento)
O também chamado de estiramento do plexo braquial (neuropraxia) ocorre quando os nervos são esticados até o ponto de lesão, mas não rompem. Nesse caso você já vê melhora dos movimentos nos primeiros dias até semanas.
Ruptura do Plexo Braquial
Em uma ruptura do plexo braquial, um alongamento vigoroso causa a ruptura do nervo, parcial ou totalmente. Esta é uma lesão mais séria do que a neuropraxia. As rupturas podem causar fraqueza no ombro, braço ou mão. Essas lesões também podem estar associadas a dores mais intensas.
Neuroma do Plexo Braquial
O neuroma do plexo braquial ocorre quando o tecido nervoso é lesado, o tecido cicatricial pode se formar à medida que o nervo tenta se reparar. Esse tecido cicatricial é chamado de neuroma e pode resultar em um nó doloroso em um dos nervos do plexo braquial.
Avulsão do Plexo Braquial
A avulsão do plexo braquial é a forma mais grave de lesão, ocorre quando a raiz do nervo está completamente separada da medula espinhal. Essa lesão é causada por acidente de alto impacto e necessita sempre de cirurgia precoce.

Quais as causas de lesões do plexo braquial?
As principais causas de lesões do plexo braquial incluem:
- Trauma contuso, principalmente queda de moto;
- Lesões esportivas;
- Ferimentos cortantes ou por arma de fogo, que rompem ou atingem os nervos;
- Lesão durante uma cirurgia (lesão iatrogênica);
- Tumor que invade o plexo braquial;
- Radioterapia (a radiação pode danificar os nervos).
Quais os sintomas de lesão do plexo braquial?
Os sintomas de lesão do plexo braquial variam de acordo com o local e a gravidade da lesão. Contudo, os principais sintomas são dormência ou perda de sensibilidade na mão ou no braço e incapacidade de controlar ou mover o ombro, braço, punho ou mão logo após o trauma. Com o tempo, o braço fica pendurado, e o ombro pode ficar subluxado (fora do lugar). Além disso, após alguns dias, surgem queimações, ardências ou dores intensas e repentinas.

Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico de lesão do plexo braquial é feito por meio de testes de força e de sensibilidade realizados pelo especialista com foco em plexo braquial, além de exames de imagem da área do pescoço e ombro para identificar os nervos que foram lesionados. O principal exemplo é a ressonância magnética com neurografia, que ajuda a identificar avulsões das raízes nervosas. Além desse, a eletroneuromiografia é um bom exame para avaliar a melhora do paciente. Ela costuma ser feita a partir de 3 a 4 semanas após o trauma e utiliza eletrodos de agulha para determinar a função nervosa e a atividade elétrica, incluindo um estudo de condução nervosa e eletromiograma.
Nossos diferenciais na lesão do plexo braquial
Cada etapa é pensada para lesões de nervos periféricos, do primeiro exame até a reabilitação.
Exames diferenciados
Ressonância com neurografia do plexo braquial e eletroneuromiografia avaliadas com foco em nervos, para diferenciar estiramento, ruptura e avulsão.
Cirurgia com monitorização e microscopia
Monitorização neurofisiológica para testar cada raiz e nervo durante a cirurgia, e microscópio cirúrgico para enxertos e transferências delicadas.
Reabilitação com especialistas na área
Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais parceiras, com experiência em plexo braquial, seguindo exercícios direcionados para cada fase.
Acompanhamento próximo
Consultas periódicas, presenciais ou por teleconsulta, e contato direto com o Dr. Thomas após a cirurgia. A equipe ajuda com exames, agendamento e logística.
Tratamentos para lesão de plexo braquial
O tratamento para lesão do plexo braquial varia de acordo com o tipo e grau de complexidade da lesão. Nós oferecemos um especialista para Plexo Braquial referência nesse tipo de tratamento. Dr. Thomas Marcolini explica um pouco sobre o assunto abaixo

Tratamento não cirúrgico
Em casos de baixa complexidade com melhora completa nos primeiros dias, a fisioterapia, associada a medicações para controle da dor, pode ser suficiente. Enquanto o nervo se recupera, os exercícios mantêm as articulações do ombro, do cotovelo e da mão flexíveis.

Microcirurgia do plexo braquial
Em casos de pacientes com alta complexidade, com ruptura, avulsão ou estiramento grave, o paciente deve ser submetido a microcirurgia do plexo braquial para melhora da força e sensibilidade. O tratamento quanto mais precocemente realizado, melhor resultados apresentará.
Quando a cirurgia do plexo braquial é indicada?
A indicação depende do tipo de lesão, da gravidade e do tempo desde o trauma.
- Ferimentos cortantes com lesão do nervo: a cirurgia deve ser feita logo, nos primeiros dias.
- Avulsão das raízes, confirmada pelo exame e pela ressonância: cirurgia precoce, em geral nos primeiros meses.
- Estiramento ou ruptura sem sinais de recuperação em cerca de 3 a 6 meses.
- Casos antigos, em que o músculo já não aceita um novo nervo: transferências de tendão ou de músculo podem devolver parte da função.
O tempo conta: os melhores resultados acontecem quando a cirurgia é feita nos primeiros meses. Depois de cerca de 12 a 18 meses, o músculo deixa de aceitar um nervo reparado. Por isso, a avaliação precoce amplia as opções de tratamento.
Como é a cirurgia do plexo braquial?
A técnica é escolhida para cada caso. Em geral, a prioridade é recuperar a capacidade de dobrar o cotovelo e de estabilizar o ombro.
Exploração e liberação
Com monitorização, cada raiz é avaliada, e os nervos presos por cicatriz são liberados.
Enxerto de nervo
Pequenos nervos de outra região, como da perna, fazem uma ponte nos trechos rompidos.
Transferências de nervo
Ramos saudáveis, com função de sobra, são ligados aos nervos paralisados, por exemplo para o bíceps e para o ombro.
Transferência de tendão ou músculo
Nos casos antigos, músculos saudáveis assumem novas funções no punho e nos dedos.
As cirurgias de nervo são feitas com microscópio cirúrgico e monitorização neurofisiológica. Saiba mais sobre a transferência de tendão para punho e dedos.

Acompanhamento
O Dr. Thomas Marcolini realiza acompanhamento especializado para cada paciente, com o objetivo de acompanhar a evolução do quadro e programar o melhor momento cirúrgico. Atendemos de maneira presencial ou através de teleconsulta de qualquer lugar do Brasil. Durante o período de acompanhamento o paciente realizará consultas periódicas.
Recuperação e expectativas
Saber como funciona cada fase ajuda a viver a recuperação com mais tranquilidade.
Pós-operatório
- Nas transferências de nervo e nos enxertos, o braço fica 21 dias na tipoia.
- Nesse período, é esperada uma piora inicial dos movimentos, pelo tempo parado.
- Ao tirar a tipoia, o Dr. Thomas passa exercícios direcionados. Depois, segue a fisioterapia orientada por ele.
- Nas outras cirurgias, os cuidados após a operação variam conforme a técnica.
O que esperar
- O nervo cresce devagar, cerca de 1 mm por dia. Os primeiros movimentos costumam aparecer após alguns meses, e a melhora continua por até 2 anos.
- Em geral, o ombro e o cotovelo recuperam antes e melhor do que a mão.
- Nas lesões completas, as chances de melhora da mão são mínimas.
- Cada organismo responde de um jeito, e não é possível prometer resultado.
Quais são os efeitos a longo prazo da lesão de plexo braquial?
Os efeitos a longo prazo da lesão do plexo braquial quando não tratada são deficiência motora definitiva, sem recuperação. A cirurgia precoce ajuda a reinervar o músculo ainda existente e sadio. Além da força, a falta de sensibilidade e a dor neuropática crônica comprometem seriamente a saúde e a qualidade de vida do paciente. A cirurgia precoce permite maior recuperação.

O que oferecemos no tratamento da Lesão do Plexo Braquial?
A equipe do médico especialista para lesão de plexo braquial, Dr. Thomas Marcolini, oferece tratamento especializado para pacientes que buscam atendimento humanizado e tecnologia de ponta para tratar patologias que acometem os nervos do braço. Atualmente nos dedicamos a esse tipo de lesão e portanto temos familiaridade nesse tipo de tratamento.
"O mais importante é oferecer a qualidade de vida que você merece após uma Lesão do Plexo Braquial. Espero que essas informações tenham lhe ajudado de alguma forma. Esperamos também poder ajudar você por meio dos nossos serviços médicos. Sinta-se acolhido! Em caso de dúvidas ou caso queira uma avaliação, fique à vontade para agendar conosco." - Dr. Thomas Marcolini.

Médico com dedicação exclusiva a Lesões do Plexo Braquial
O médico neurocirurgião, Dr. Thomas Marcolini, possui uma ampla equipe de especialistas altamente qualificados, com dedicação exclusiva a patologias de plexo braquial que buscam restaurar a saúde e qualidade de vida dos pacientes, através de técnicas minimamente invasivas e atendimento humanizado. Atualmente recebemos pacientes de todo o Brasil.
Perguntas frequentes sobre lesão do plexo braquial
Clique na pergunta para ver a resposta.
A lesão do plexo braquial tem cura?
Depende do tipo e da gravidade. O estiramento costuma melhorar sozinho. Rupturas e avulsões precisam de cirurgia, que busca recuperar movimentos importantes, como dobrar o cotovelo e estabilizar o ombro. Não é possível garantir recuperação completa.
Quanto tempo posso esperar para operar?
Ferimentos cortantes devem ser operados logo, e as avulsões, nos primeiros meses. Nas demais lesões, se não houver sinais de melhora em cerca de 3 a 6 meses, a cirurgia deve ser considerada. Depois de 12 a 18 meses, as cirurgias de nervo perdem eficácia.
Só a fisioterapia resolve?
Nos estiramentos leves, a fisioterapia e o controle da dor podem ser suficientes. Nas rupturas e avulsões, a fisioterapia não recupera o nervo, mas mantém as articulações flexíveis enquanto o tratamento é definido.
Como é o pós-operatório?
Nas transferências de nervo e nos enxertos, o braço fica 21 dias na tipoia, com uma piora inicial esperada. Depois, o Dr. Thomas passa exercícios direcionados, e a fisioterapia segue orientada por ele.
A mão volta a se mexer?
Em geral, o ombro e o cotovelo recuperam antes e melhor do que a mão. Nas lesões completas, as chances de melhora da mão são mínimas. Em alguns casos, transferências de tendão podem ajudar.
A dor melhora com o tratamento?
A dor neuropática é tratada com medicações específicas. Em alguns casos, a cirurgia do nervo e procedimentos para dor ajudam a reduzi-la, mas a resposta varia de paciente para paciente.
Atende por teleconsulta? O convênio cobre?
A primeira avaliação pode ser feita por teleconsulta, com análise dos exames, para pacientes de outras cidades e do exterior. As consultas são particulares, e a cirurgia pode ser custeada em parte pelo convênio, conforme o plano.
Continue lendo
Conteúdos sobre plexo braquial no site.
Sobre o autor
Dr. Thomas Ribeiro Marcolini, neurocirurgião que atua em nervos periféricos. Fellowship em Cirurgia de Nervos Periféricos pela Universidade de Buenos Aires.
CRM/PR 33811 · RQE/PR 26510 · CRM/SP 241641 · RQE/SP 113003
Conteúdo revisado em novembro de 2026. Este texto é educativo e não substitui a consulta médica.
Ver referências bibliográficas (6)
- Midha R. Epidemiology of brachial plexus injuries in a multitrauma population. Neurosurgery. 1997;40(6):1182-8. PMID: 9179891.
- Kim DH, Cho YJ, Tiel RL, Kline DG. Outcomes of surgery in 1019 brachial plexus lesions treated at Louisiana State University Health Sciences Center. J Neurosurg. 2003;98(5):1005-16. PMID: 12744360.
- Martin E, Senders JT, DiRisio AC, Smith TR, Broekman MLD. Timing of surgery in traumatic brachial plexus injury: a systematic review. J Neurosurg. 2019;130(4):1333-45. PMID: 29999446.
- Oberlin C, Béal D, Leechavengvongs S, Salon A, Dauge MC, Sarcy JJ. Nerve transfer to biceps muscle using a part of ulnar nerve for C5-C6 avulsion of the brachial plexus: anatomical study and report of four cases. J Hand Surg Am. 1994;19(2):232-7. PMID: 8201186.
- Bertelli JA, Ghizoni MF. Reconstruction of C5 and C6 brachial plexus avulsion injury by multiple nerve transfers: spinal accessory to suprascapular, ulnar fascicles to biceps branch, and triceps long or lateral head branch to axillary nerve. J Hand Surg Am. 2004;29(1):131-9. PMID: 14751116.
- Socolovsky M, Di Masi G, Battaglia D. Use of long autologous nerve grafts in brachial plexus reconstruction: factors that affect the outcome. Acta Neurochir (Wien). 2011;153(11):2231-40. PMID: 21866328.



