Hospital São Camilo: neurocirurgia de nervos periféricos em SP
Médico especialista em Nervos Periféricos no Brasil.

Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião para Lesões de Nervos

Por Dr. Thomas Marcolini • June 5, 2024

Cirurgia de Plexo Braquial: Quando Operar, Como É e Recuperação

Guia do paciente

Lesão do plexo braquial: o que é, como tratar e quando operar

Teve um acidente e o braço não se mexe como antes? Aqui você entende, em linguagem simples, o que aconteceu, quais exames fazer, quais cirurgias existem e qual é o melhor momento para tratar.

Falar pelo WhatsApp Ver dúvidas frequentes
Homem com expressão de dor segurando o próprio braço, com a frase Não consigo levantar meu braço
Resumo em 30 segundos
  • O plexo braquial é a rede de nervos que leva força e sensibilidade do pescoço até a mão.
  • A causa mais comum é o acidente de moto.
  • Muitas lesões não melhoram sozinhas. Quanto mais cedo a avaliação, mais opções de tratamento.
  • Cada caso é diferente: o tratamento depende do tipo de lesão e do tempo desde o acidente.

Vá direto ao assunto:

Vídeo: como recuperar a força do braço

Entenda o básico

O que é o plexo braquial?

“Plexo” é o nome dado a um cruzamento de nervos. Os nervos saem da coluna, se misturam e voltam a se separar, como uma rede.

O plexo braquial é a rede de nervos que sai do pescoço e vai até a ponta dos dedos. Ele comanda a força e a sensibilidade de todo o braço. Todo mundo tem um. Quando ele se machuca, o braço perde força e podem surgir dor e dormência.

Ele é formado por cinco raízes nervosas que saem entre as vértebras do pescoço. O desenho exato pode variar um pouco de pessoa para pessoa.

Dr. Thomas Marcolini ao lado de ilustração da coluna com os plexos cervical, braquial, lombar e sacral

As 5 raízes e o que cada uma move

C5

Ombro

Levantar e afastar o braço.

C6

Cotovelo

Dobrar o cotovelo.

C7

Tríceps

Esticar o cotovelo.

C8

Punho

Mexer o punho e os dedos.

T1

Mão

Movimentos finos da mão.

Essas raízes se combinam e formam nervos importantes do braço, como o mediano, o ulnar e o radial.

Para que o plexo braquial serve?

  • Movimento: mexe o ombro, o cotovelo, o punho e os dedos.
  • Sensibilidade: permite sentir calor, frio, dor e toque no braço e na mão.
  • Postura e apoio: comanda músculos do ombro e do peito que ajudam a posicionar o braço.

Sem o plexo funcionando bem, ficam difíceis tarefas simples, como se vestir, segurar um copo ou dirigir.

Diagrama das raízes nervosas C5 a T1 do plexo braquial e os movimentos de ombro, cotovelo, punho e mão
Sinais de alerta

Quais são os sintomas da lesão do plexo braquial?

Os sintomas variam conforme os nervos atingidos e a gravidade da lesão. Os mais comuns são:

  • Perda de força: dificuldade para levantar o ombro, dobrar o cotovelo ou abrir a mão.
  • Perda de sensibilidade: dormência ou falta de sensação em partes do braço e da mão.
  • Dor neuropática: queimação, choques, formigamento e pontadas no ombro, braço ou mão.
  • Mudança na postura: o corpo “compensa” a fraqueza e o ombro pode ficar caído.
  • Inchaço ou mudança de cor da mão, em alguns casos.
Infográfico com os três principais sintomas da lesão do plexo braquial: perda de força, perda de sensibilidade e dor
Dica: quando procurar ajuda

Se depois de um acidente, principalmente de moto, o braço não levanta, está dormente ou dói com choques, procure um médico logo. Não espere “passar sozinho”.

Muita gente só descobre a lesão depois de voltar para casa, porque no hospital o foco é tratar as lesões mais graves. Se o braço não mexe, pergunte ao médico sobre o plexo braquial.

Por que acontece

O que causa a lesão do plexo braquial?

A causa mais frequente, de longe, é o acidente de moto . Na queda, a cabeça é puxada para um lado e o ombro para o outro, e os nervos que saem da coluna são esticados com muita força.

Outras causas:

  • Fraturas ou luxações no ombro e no braço.
  • Ferimentos cortantes (faca, vidro) e tiros.
  • Tumores no plexo, como schwannoma e neurofibroma, ou tumor no ápice do pulmão.
  • Complicações durante uma cirurgia.
  • Inflamações dos nervos, como a síndrome de Parsonage-Turner.
  • Radioterapia.
  • Compressões, como na síndrome do desfiladeiro torácico.
  • Problemas na coluna do pescoço, como hérnia de disco.
Infográfico com as causas da lesão do plexo braquial: acidente de moto, lesão cortante, tumor e acidente cirúrgico
Ilustração do pescoço e ombro com setas mostrando o estiramento do plexo braquial além do limite
Quando um nervo é lesionado

Ele pode perder a capacidade de enviar sinais entre o cérebro e os músculos. Por isso aparecem fraqueza, dor com choques, formigamento, perda de sensibilidade e, às vezes, inchaço ou mudança de cor da mão.

A lesão também pode acontecer no parto. Veja a nossa página sobre lesão do plexo braquial ao nascimento.

Tipos de lesão

Quais são os tipos de lesão do plexo braquial?

Existem três tipos principais. Saber qual deles você teve muda o tratamento.

1

Estiramento

É a lesão mais leve. O nervo é esticado, mas não se rompe, e a informação continua passando, mesmo que mais fraca. A força costuma começar a voltar entre os primeiros dias e as primeiras semanas.

2

Ruptura (neuroma)

O nervo se rompe, geralmente na região acima da clavícula. A informação deixa de passar e pode se formar um neuroma, que impede o ganho de movimento e causa dor. Reconstruir o nervo com enxerto traz ganhos de movimento.

3

Avulsão

É a mais grave. O nervo é arrancado da medula e não pode ser usado na cirurgia. Outro nervo que esteja funcionando precisa assumir a função dele. Costuma precisar de cirurgia.

Infográfico sobre avulsão do plexo braquial: quanto menos avulsões, melhor o resultado da cirurgia
Homem segurando o ombro com destaque para o nervo e o neuroma formado após o rompimento do plexo braquial
Dica: pergunte ao seu médico

“Qual foi o meu tipo de lesão? Quantas raízes tiveram avulsão? Quais nervos ainda funcionam e podem ser usados?” Quanto menos avulsões, maiores as chances e melhor tende a ser o resultado da cirurgia.

Dicas úteis

O que fazer logo depois da lesão?

1

Busque avaliação cedo

Procure um médico que trate nervos periféricos: neurocirurgião, ortopedista de mão ou cirurgião plástico com microcirurgia.

2

Evite a tipoia o dia todo

Com o braço parado, as articulações ficam rígidas. Use a tipoia só quando o médico indicar.

3

Mantenha as articulações soltas

A fisioterapia ajuda a mexer ombro, cotovelo e dedos com segurança, mesmo sem força no braço.

4

Proteja a pele da mão

Com pouca sensibilidade, você pode se cortar ou se queimar sem perceber. Olhe a pele todos os dias.

5

Guarde tudo

Exames, laudos do hospital e a data do acidente. Anote os movimentos que você consegue fazer e, se puder, grave vídeos curtos.

6

Cuide do corpo

Durma bem, alimente-se bem, não fume e evite bebida alcoólica. Isso ajuda os nervos a se recuperarem.

Preciso usar tipoia?

A tipoia mantém o braço em uma posição só. Com o tempo, isso deixa as articulações mais duras. Por isso, evite usar a tipoia continuamente depois de uma lesão do plexo. Use apenas se o seu médico indicar.

Exercícios e alongamento

Veja no vídeo como melhorar a força do braço com alongamento e exercícios.

Dr. Thomas Marcolini explicando se é bom usar tipoia após a lesão do plexo braquial
Exames

Como é feito o diagnóstico da lesão do plexo braquial?

Primeiro vem o exame físico. Depois, os exames de imagem e a eletroneuromiografia. Cada caso é diferente, e o tratamento depende do diagnóstico feito pelo médico.

1

Exame físico

O médico testa seus movimentos, a força de cada músculo e a sensibilidade. Também procura sinais de avulsão.

2

Ressonância magnética

Mostra rupturas e sinais de avulsão e ajuda a planejar a cirurgia: quais nervos estão disponíveis e quais precisam ser reconstruídos. Às vezes se usa também a tomografia. O exame é seguro e não causa dor.

3

Eletroneuromiografia

É o “exame do choquinho”. Pequenos eletrodos na pele medem a atividade elétrica dos nervos e músculos. Mostra quais músculos estão sem função e quais começam a se recuperar. Deve ser feita pelo menos 30 dias depois da lesão.

Dica: onde fazer os exames

Faça a ressonância em um serviço com experiência em plexo braquial: um exame mal feito ou mal interpretado atrapalha a decisão. Leve todos os exames e as imagens para a consulta para evitar repetições.

Tempo é importante

Qual é o melhor momento para operar?

O ideal é o mais cedo possível. Depois da lesão, os músculos do braço começam a enfraquecer (atrofia), e a maioria das lesões em adultos não se recupera sozinha. Mas cada caso tem o seu tempo:

3

Até 3 meses

Lesões com várias avulsões: de preferência, operar antes dos 3 meses.

3–6

De 3 a 6 meses

Lesões com poucas avulsões, quando o paciente já começa a melhorar.

6+

Depois de 6 meses

O resultado da cirurgia tende a diminuir. Por isso, não perca tempo.

Um estudo com 327 pacientes (PubMed, 2026) associou a demora de mais de 6 meses para operar a pior recuperação da força e a mais dor [1].

Por que não operar no dia seguinte?

Porque é importante esperar a melhora dos nervos e músculos que servirão de doadores para reconstruir os que não vão melhorar. O médico define o momento certo para o seu caso.

Passou de 6 meses?

Ainda há opções. A transferência de tendão, por exemplo, pode ser feita até anos depois da lesão. Saiba mais.

Vídeo: esperar pode custar a sua recuperação

Tratamento

Quais cirurgias existem para o plexo braquial?

O objetivo é devolver movimento, reduzir a dor e melhorar a sensibilidade. A técnica depende do tipo da lesão, do tempo desde o acidente e dos nervos e tendões disponíveis. Muitas vezes se combinam duas ou mais técnicas.

Transferência de nervo (neurotização)

Usa um nervo bom, que não faz falta, para devolver movimento a um músculo parado. Exemplos: parte de um nervo que vai para a mão (ulnar) transferida para o bíceps, para dobrar o cotovelo; e o nervo do tríceps para o nervo axilar, para melhorar o ombro.

É preciso ter um nervo bom para recuperar um nervo ruim. Por isso, nas lesões mais graves há menos opções.

Enxerto de nervo

Um nervo sensitivo funciona como um “cabo” para ligar as pontas do nervo rompido. O mais usado é o sural, que dá sensibilidade à lateral do pé. Você perde um pouco de sensibilidade ali, mas ganha um movimento importante do braço.

Neurólise (microneurólise)

É a descompressão do nervo. Depois do acidente, o tecido em volta pode endurecer e apertar o nervo. Soltar o nervo deixa passar mais sinais para os músculos. É indicada nas lesões mais leves, como o estiramento.

Transferência de tendão

Usa um tendão bom do próprio paciente para fazer uma função mais importante. Pode ser feita mesmo anos depois da lesão, mas é preciso ter um tendão disponível e funcionante. Saiba mais.

Vídeo: tratamentos e recuperação

Dr. Thomas Marcolini ensinando técnica de microcirurgia de nervos em curso internacional de plexo braquial
Dica: entenda a escolha

Nenhuma cirurgia é igual à outra. Antes de decidir, peça ao médico para explicar por que aquela técnica foi escolhida para você e quais são as alternativas.

Passo a passo

Como é a cirurgia do plexo braquial na prática?

Anestesia geral

A cirurgia é delicada e demorada. Você dorme e não sente dor. Ficar imóvel e tranquilo faz diferença no resultado.

4 a 8 horas

É a duração média. Varia com a técnica e com o número de reconstruções.

Microscópio

Instrumentos finos e microscópio permitem ver e reparar os nervos com precisão.

Estímulo elétrico

Durante a cirurgia, choques leves ajudam a achar os nervos que funcionam e podem doar função.

Equipe cirúrgica concentrada operando o plexo braquial com microscópio

Antes da cirurgia, você faz exames e conversa com a equipe de anestesia para que tudo seja o mais seguro possível. A cirurgia é feita em hospital com estrutura completa.

Quais são os riscos?

Toda cirurgia tem riscos. Converse sobre cada um deles na consulta:

  • Anestesia: náuseas, vômitos e dor no local da injeção.
  • Infecção: o risco diminui com higiene e antibióticos.
  • Lesão nervosa: pode causar fraqueza ou perda de sensibilidade. Por isso a experiência da equipe importa.
  • Hematoma: acúmulo de sangue sob a pele, reduzido com dreno e curativos.
  • Reação alérgica a medicamentos ou materiais.
Dr. Thomas Marcolini e equipe cirúrgica com o polegar para cima após reconstrução do plexo braquial
Pós-operatório

Quanto tempo leva para melhorar depois da cirurgia?

Depende do tipo de cirurgia, da gravidade da lesão e da sua saúde geral. O estiramento responde mais rápido. Rupturas e avulsões demoram mais.

Algumas pessoas notam alívio da dor e melhora da função nas primeiras semanas. A recuperação completa pode levar de alguns meses até 3 anos.

O nervo cresce cerca de 1 milímetro por dia (uns 3 cm por mês), desde que tenha um caminho livre. A cirurgia cria esse caminho até o músculo ou a pele. Por isso a recuperação é lenta e pede paciência.

Ilustração de uma régua mostrando que o nervo do plexo braquial cresce cerca de 1 milímetro por dia

O que ajuda a recuperar melhor

Alongamento

Mantém as articulações e os músculos flexíveis enquanto o nervo se recupera.

Fisioterapia

Fortalece os músculos conforme eles voltam a funcionar. Faça de forma constante.

Bons hábitos

Alimentação saudável, boa noite de sono, exercícios para o corpo todo ao menos 2 vezes por semana, não fumar e evitar bebidas alcoólicas.

Dica para o pós-operatório

Siga as orientações da equipe: faça todos os exercícios da fisioterapia, evite atividades que exijam muito esforço e use tipoia ou suporte apenas se for orientado.

Vídeo: quanto tempo o nervo demora para regenerar?

Infográfico com o que ajuda na recuperação do plexo braquial: alongamento, fisioterapia e bons hábitos
Dor

Como aliviar a dor da lesão do plexo braquial?

Muitos pacientes com lesão grave dizem que a dor incomoda mais do que a falta de força. A dor é comum depois da lesão, principalmente nas avulsões [3]. Por isso o tratamento da dor faz parte do plano desde o início. O primeiro passo é descobrir a causa.

Medicamentos

Analgésicos e anti-inflamatórios simples ajudam em parte. Para a dor de nervo, são usados remédios como pregabalina, gabapentina, amitriptilina e nortriptilina. Eles foram criados para convulsão e depressão, mas funcionam na dor neuropática. Use só com receita médica.

A cirurgia de reconstrução

Pode aliviar a dor em alguns pacientes, mas não em todos. Logo depois, a dor pode até piorar um pouco durante a recuperação do nervo.

Drezotomia (DREZ)

Cirurgia para dor muito intensa, principalmente após avulsão, quando os remédios não resolvem. Tem riscos, como infecção, sangramento e lesão de nervos. Um estudo de 2026 com 23 pacientes (PubMed) mostrou alívio importante em mais da metade deles [2].

Neuroestimulador medular

Um eletrodo colocado com agulha perto da medula emite um sinal que abafa a dor. É menos invasivo que a drezotomia e pode ser desligado se não ajudar. O custo é alto e, pelo convênio, é preciso cumprir os critérios da ANS.

Dicas para o dia a dia
  • Use compressas quentes ou frias, conforme o tipo de dor.
  • Evite movimentos bruscos e esforço.
  • Mantenha boa postura e não fique muito tempo na mesma posição.
  • Faça fisioterapia com orientação.

Quer saber mais? Veja a página sobre cirurgia para dor neuropática.

Vídeo: drezotomia para dor por avulsão

Quem trata

Qual médico trata a lesão do plexo braquial?

Vários profissionais podem tratar. O importante é que tenham experiência em nervos periféricos:

Neurocirurgião

Que atue em nervos periféricos.

Ortopedista

Com especialização em cirurgia da mão.

Cirurgião plástico

Com formação em microcirurgia.

Dr. Thomas Marcolini

Neurocirurgião que atua em nervos periféricos e trata lesões do plexo braquial em Curitiba e em São Paulo. Conta com uma equipe para diagnóstico, cirurgia e reabilitação, em hospitais com estrutura completa e microscópio de última geração.

Já ouviu que “não tem o que fazer”?

Isso nem sempre é verdade: existem várias opções de tratamento. Vale pedir uma segunda opinião.

Conheça a história do Dr. Thomas e a página de lesões do plexo braquial. Atende também em São Paulo.

Dr. Thomas Marcolini e equipe cirúrgica durante cirurgia de reconstrução do plexo braquial
Perguntas frequentes

Dúvidas frequentes sobre a lesão do plexo braquial

A lesão do plexo braquial tem tratamento?

Sim. Existem várias opções, como cirurgias de reconstrução dos nervos, transferência de tendão e tratamento da dor. O resultado depende do tipo e da gravidade da lesão, do tempo desde o acidente e de cada paciente. Não é possível prometer resultados.

Quando devo operar?

O mais cedo possível, após a avaliação. Em geral: lesões com várias avulsões, de preferência até 3 meses; lesões com poucas avulsões e melhora inicial, entre 3 e 6 meses. Depois de 6 meses o resultado tende a diminuir, mas ainda há opções, como a transferência de tendão.

Quanto tempo dura a cirurgia do plexo braquial?

Em média, de 4 a 8 horas, dependendo da técnica e da complexidade do caso.

Qual anestesia é usada?

Anestesia geral. A cirurgia é delicada e demorada, e o paciente precisa ficar imóvel e tranquilo.

Preciso usar tipoia?

Só se o médico indicar. Usar a tipoia o tempo todo deixa as articulações mais rígidas.

Quanto tempo o nervo leva para se regenerar?

Os nervos crescem cerca de 1 mm por dia, desde que haja um caminho livre. A recuperação completa pode levar de alguns meses até 3 anos.

A dor passa depois da cirurgia?

Em alguns pacientes a dor melhora, mas não em todos. Existem remédios e cirurgias específicas para tratar a dor do plexo braquial.

Quanto custa a cirurgia do plexo braquial?

Não existe valor fixo. O custo depende do grau da lesão, das reconstruções necessárias, do tempo de cirurgia, do hospital, dos materiais e dos honorários da equipe. O orçamento é feito depois da consulta. O atendimento do Dr. Thomas é particular.

Posso fazer consulta online ou moro em outra cidade?

Sim. O Dr. Thomas atende presencialmente em Curitiba e em São Paulo e também por teleconsulta. Veja as orientações para quem mora em outra cidade na página Orientações aos pacientes.

Mais orientações em Orientações aos pacientes.

Próximo passo

Como se preparar para a consulta

Leve para a consulta:

  • Exames de imagem (ressonância, tomografia) e seus laudos.
  • Resultado da eletroneuromiografia.
  • Relatórios do hospital e de cirurgias anteriores, se houver.
  • Lista dos remédios que você usa.
  • Data do acidente e vídeos curtos dos movimentos do braço.
  • Uma lista com as suas dúvidas.

Quer uma avaliação?

Atendimento particular, presencial em Curitiba e em São Paulo, ou por teleconsulta. Consultas em português, inglês e espanhol.

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Mora em outra cidade? Veja as orientações aos pacientes e a teleconsulta.

Fontes e informações importantes

Conteúdo elaborado por

Dr. Thomas Ribeiro Marcolini · Neurocirurgião que atua em nervos periféricos
CRM/PR 33811 · RQE/PR 26510
CRM/SP 241641 · RQE/SP 113003

Atualizado em outubro de 2026.

Referências (PubMed)

  1. Li G-Y, Xie K-Q, Luo J, et al. Risk factors for poor physical and psychological outcomes after traumatic brachial plexus injury: a multicenter retrospective cohort study. Front Neurol . 2026;17:1880509. doi:10.3389/fneur.2026.1880509
  2. Rodrigues TP, Rodrigues MAS, Rodrigues RB, et al. Intraoperative ultrasound for post-lesion confirmation in cervical DREZ surgery: technical feasibility and clinical outcomes. World Neurosurg . 2026;210:124937. doi:10.1016/j.wneu.2026.124937
  3. Zakusylo A, Borole A, Lobato E, et al. Pain after brachial plexus injury surgery: variability in reporting. Cureus . 2026;18(1):e102144. doi:10.7759/cureus.102144

Aviso: este conteúdo é educativo e não substitui a consulta médica. Ele não faz diagnóstico nem promete resultados: cada caso é único e precisa de avaliação individual. Em caso de emergência, procure um pronto-socorro.

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Dr. Thomas Marcolini, especialista em nervos periféricos

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